Parar ou não com a pílula anticoncepcional?

July 5, 2017

Esse recado vai para as meninas! meninos se quiserem ler, por favor, fiquem a vontade e até seria bom para conseguir enxergar o assunto de hoje de uma nova perspectiva e com isso facilitar a vida das suas parceiras.

 

Já fazia um tempo que tomava anticoncepcional mas também fazia tempo que eu queria parar por conhecer todos os efeitos colaterais que provocam no corpo e nas emoções. Há três meses atrás eu tomei a decisão de parar, mesmo me sentindo um pouco insegura de não ter algo a me apoiar caso alterações significativas acontecessem no corpo, como se as espinhas reaparecessem (e esse foi um dos motivos para tomar o anticoncepcional), tenho também um mioma que os médicos sugeriram que prosseguisse com a pílula pois assim o mioma não aumentaria,  e todas as outras coisas que poderiam vir a acontecer com a mudança hormonal, além de ser um método preventivo de gravidez uma vez que é muito mais prático tomar a pílula (dizem os médicos). =/

Mesmo eu sendo farmacêutica, parece que nessas horas, tudo que eu tinha aprendido sumiu, você acredita só no que o médico fala, se sente vulnerável e sem escolha.

 

 Crédito de imagem: <a href='http://www.freepik.com/free-vector/business-woman-with-doubts_1104654.htm'>Designed by Freepik</a>

 

 

Para o médico é muito mais fácil indicar um medicamento do que ensinar, explicar, investigar o que está acontecendo no corpo e até convencer a pessoa que existe outros meios de tratar os cistos e demais problemas. Talvez nem eles mesmo saibam tantas outras alternativas que existem hoje em dia. Mas não estou aqui para julgar a conduta do médico e sim mostrar um caminho diferente para quem sentir vontade de parar a pílula mas está sem coragem.

 

Como eu estou numa “pegada natureba” e de autoconhecimento, tenho evitado medicamentos alopáticos quando eu posso. Enfim, eis que surge em minha mente alguns pensamentos que me ajudaram a tomar a decisão de parar com a pílula: "não é possível que exista só isso, não é possível que a pílula seja a única solução para resolver o problema, não aceito ficar tomando medicamentos que me desconectem do meu corpo e do meu ritmo e deixar isso acontecer por tantos anos até que a menopausa chegue."

No mesmo dia que resolvi parar de tomar, acho que foi um sinal do universo, apareceu no meu Facebook um post que alguém havia compartilhado sobre o trabalho da Melissa Setubal (http://melissasetubal.com.br/)

Encarei mesmo como um sinal do universo, assisti todos os vídeos dela no canal do youtube, e me inscrevi num programa de coaching em grupo que ela oferece, para assim, não me sentir tão sozinha e isolada com todas as mudanças que poderiam acontecer com a decisão de parar a pílula.

 

Processo com a Melissa:

 

Nesse projeto de coaching que eu participei, você é inserido numa comunidade super bacana com muitas outras mulheres que passam pelos mesmos medos, desafios e dúvidas. Todo mundo é super compreensivo e ninguém está lá para julgar ou ser intolerante. Além disso, recebi aulas teóricas e explicativas sobre a saúde da mulher e as fases do ciclo para ampliar a consciência.

 

O foco da Melissa é apresentar soluções práticas que podemos seguir no nosso dia a dia para minimizar o efeito dos hormônios ou até mesmo equilibrá-los (que são os grandes vilões quando em desequilíbrio) através de uma alimentação mais saudável (e nisso ela é expert rss, fornecendo várias receitas para comermos os alimentos corretos para cada fase do ciclo), que aspectos observar na nossa conduta, pensamentos, e logicamente como nosso corpo está reagindo durante todo o mês. Isso tudo permite conhecer melhor nosso corpo, nossas fases e com isso aumentar a percepção para quem quer engravidar saber exatamente o momento certo para engravidar, quem não quer engravidar também ter essa ferramenta a disposição e para quem tem problemas de mioma, TPM, ovários policísticos, excesso de espinhas, entre outras coisas,  é uma chance de fazer mudanças na rotina e obter resultados significativos.

Alguns casos, realmente, só com alimentação e algumas mudanças de comportamento não são suficientes para reequilibrar as glândulas e com isso todos os problemas citados acima, mas é uma alternativa natural para se tentar antes de se submeter a procedimentos ou uso de medicamentos que muitas vezes não são tão necessários.

 

Minha percepção:

 

Já se passaram 3 meses e agora posso vir aqui falar com propriedade sobre os resultados e como estou me sentindo descrevendo o que foi importante para mim durante esse tempo:

- Psicologicamente, me senti mais segura por ter um profissional dando dicas e sempre que tinha dúvidas ela estava lá para esclarecer. Então, isso é muito reconfortante do meu ponto de vista, visto que aqui em Londres ainda não conheço muitas pessoas/profissionais se precisar de ajuda.

- Muito bom ter um suporte ou guia com as receitas, dicas de alimentação para cada fase do ciclo me ajudou a fazer as compras certas no mercado e realmente funciona. Tem uns alimentos usados em algumas receitas para fase da TPM, como por exemplo o uso de cacau, que é perfeitos para saciar a vontade de doce e comer sem culpa.

- Aprendi o que observar no corpo e estar mais atenta as emoções.

- Aprendi outros métodos e ferramentas para uma contracepção mais consciente que envolve perceber o próprio corpo como por exemplo o método sintotermal, que precisa ter em mãos um termômetro basal para medir a temperatura corporal todas as manhas e registrar depois em tabela específica ou utilizar a tecnologia dos aplicativos de celular. O KINDARA ajuda nisso. É possível anotar as mudanças do fluido cervical, a temperatura basal, e o colo do útero e assim saber os períodos do mês que em que se está fértil ou não. Ainda não comprei o tal termômetro e continuo fazendo uso de um outro app que já usava antes que é o FLO mas esse é mais básico e não dá pra anotar a temperatura.

Essas são só algumas dicas do que é possível aprender e estou compartilhando as que mais me interessaram, então se achar necessário entre em contato com a Melissa. ;D

 

Obs: quem decide por um suporte desse tipo tem que aceitar fazer algumas mudanças na rotina para conseguir resultados. Ficar com preguiça ou procrastinar não vai conseguir atingir os objetivos de se manter em equilíbrio e vai acabar voltando pra pílula, porque você sabe, é muito mais fácil tomar um medicamento do que se conhecer e se cuidar!

 

Ainda tem alguns meses para tudo se equilibrar mas achei interessante compartilhar agora já, visto que durante meus atendimentos com a terapia floral vejo quantas outras mulheres também têm encontrado dificuldade com a TPM, mudanças de humor, problemas hormonais, entre outros.

 

Obs2: esse não é um publipost para fazer propaganda da Melissa, viu gente, é só que achei mesmo útil compartilhar com vocês.

 

Outras considerações:

 

Como a minha visão como pessoa e profissional não é muito tradicional e sim holística, ou seja, vendo o ser humano como um todo, busquei um link entre como nossas emoções, crenças e padrões de comportamento tem conexão com nossas doenças físicas. Quem se interessar por esse assunto tem vários livros (como da Cristina Cairo; da Louise Hay; Jean Yves Leloup) e até na internet é possível encontrar as 'causas metafísicas das nossas doenças'.

 

Ainda farei um post somente sobre isso mas deixo aqui uma breve introdução falando sobre a relação dos problemas ginecológicos com as emoções, com as minhas palavras abaixo:

 

O útero e demais órgãos sexuais são responsáveis por criar, acolher, gerar, de como a mulher interage com as pessoas e se está focada em si mesmo e nas suas necessidades respeitando-se como mulher. Os cistos e demais problemas se desenvolvem quando ela perde essa conexão consigo mesma ao tentar suprir as expectativas dos outros por medo de se sentir rejeitada pela família ou demais, quando se desvaloriza e se anula, se sentir culpada, medos ligados à falta (de amor, dinheiro, etc) e depois ter que lidar com os ressentimentos de não ter conquistado ou vivido a própria verdade.

Então, se caso você é uma das mulheres que fazem parte de uma grande estatística de pessoas que têm algum dos problemas citados acima (mioma, cistos no ovário, endometriose, problemas na mama, etc) considere talvez em reconhecer quais sentimentos e emoções têm nutrido ao longo da sua vida. Se preciso, busque ajuda de terapias naturais, como uso de chás, ervas, óleos essenciais, florais, acupuntura, psicoterapia e livros para desenvolver e ampliar a consciência nesse sentido.

 

Florais que podem ajudar:

 

- Red Chestnut - ajuda a nos desligarmos das preocupações em excesso em relação às pessoas que amamos, colocando muitas vezes as prioridades dos outros na frente da nossa.

- Walnut - ajuda a criar uma barreira contra pensamentos ou energia de outras pessoas que exercem influência sobre nossas vidas ou no nosso modo e agir, e assim conseguirmos olhar com mais clareza para nossas necessidades.

- Honeysuckle - para pensamentos ligados ao passado, para quebrar conexões com pessoas, ressentimentos, e deixar ir tudo que não é mais necessário.

- Wild Oat - por essas mulheres sofrerem muita influência exterior, às vezes é difícil encontrar o que realmente queriam fazer na vida se sentindo perdidas. Esse floral desenvolve clareza para decidir que caminho seguir.

- Rescue Cream: aplicar nas espinhas e acnes que podem surgir durante o período menstrual.

 

Se precisarem de ajuda profissional com of florais de Bach, é so agendar uma sessão entrando em: Contato

 

 

(Se for compartilhar esse texto ou partes dele, por favor, respeite os direitos autorais e mencione a fonte)

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